RELEMBRANDO

O CHÁ E A LIGA

Iracema Pazetto e o marido Nilton chegaram à Gramado em 1976, ano em que a Liga Feminina de Combate ao Câncer foi fundada aqui. “Desde que chegamos à cidade fomos convidados para muitos bailes e jantares na Recreio. Fizemos grandes amigos e essas amizades evoluíram aos nossos filhos e netos. Minha família está na terceira geração e meus netos frequentam os carnavais e eventos infantis. Organizamos a festa de um aninho da minha filha, ainda no prédio antigo e ela também debutou pelo clube. Mas como a Recreio estava em reforma, na época, o baile foi no Hotel Serra Azul. Lembro-me de um evento muito lindo quando se apresentaram as Mulatas do Sargentelli, há muitos anos. O clube estava cheio e na década de 80 foi uma novidade para Gramado! As mulatas sambando, todas muito lindas”, conta.    Chá da Solidariedade Rotary Club, Recreio Gramadense, 2015. Foto: Cibele Selbach    Entre tantos eventos, em especial, ela participa desde o início do Chá da Solidariedade, do Rotary Club de Gramado. “Fui uma das primeiras contatadas pela saudosa amiga Dona Irma Peccin e pela querida Dona Wanda Werlang. Logo aceitei participar da novidade do chá, pois quando se trata da Liga eu faço qualquer coisa! Ajudei a indicar e selecionar a lista de amigas da sociedade. Fizemos uma experiência para ver o que aconteceria quanto à adesão das convidadas. A cada ano mais pessoas se engajaram na causa. Quando se fala em Liga Feminina de Combate ao Câncer, todo o pedido que fazemos, todo o convite é aceito de imediato”, confirma.    Chá da Solidariedade Rotary Club, Recreio Gramadense, 2014. Foto: Cibele Selbach   Chá da Solidariedade Rotary Club, Recreio Gramadense, 2012. Foto: Cibele Selbach   Associação civil, sem fins lucrativos, apolítica e apartidária, sem distinção de raça, cor e religião, com caráter beneficente para assistência social. A Liga tem por finalidade assistir ao doente portador de câncer, conscientizar e educar a população com princípios de solidariedade. Trata-se de voluntariado com qualidade e credibilidade, com adesão comprometida e responsável. Presidente da Liga por quase 9 anos, ela agradece todo o apoio que teve. “Faz um bem enorme ajudar a quem precisa! Imaginem que em uma família em que o pai ou a mãe tem câncer, um para de trabalhar para cuidar do outro. O filho muitas vezes também para de trabalhar para levá-los ao tratamento que normalmente é em outra cidade. Essa doença envolve uma família inteira. Sem apoio, fica mais difícil seguirem. Os remédios são muito caros, a viagem é cara, ainda tem o custo da estadia. Existem pontos de apoio para acompanhantes do doente. Em Porto Alegre no Hospital do Câncer Infantil, enquanto a criança está hospitalizada a mãe ou acompanhante se hospeda nessa casa de apoio. Por isso é tão importante que a gente participe da Corrida pela vida pois a arrecadação vai para  o Instituto do Câncer Infantil. Em Caxias do Sul também existem casas de apoio " comenta.   Juliana Zorzanello, Iracema e Carla Pazetto. Foto: Cibele Selbach    Patricia Pazetto, Chá da Solidariedade Rotary Club. Foto: Cibele Selbach      Iracema Pazetto, Chá da Solidariedade Rotary Club. Foto: Cibele Selbach   Iracema sempre fez parte da diretoria da Liga. “Dona Irma foi uma pessoa muito importante para a Liga, assim como Adarli Raymundi que nos deixou prematuramente. Para tudo o que precisássemos estavam dispostas! É muito emocionante lembrar delas. Temos muito apoio da Sociedade Recreio, com toda a estrutura para o chá e através da pró-atividade da Eliana enquanto secretária Recreio e rotariana. Os convites para venda são praticamente esgotados de um ano para o outro e todo dinheiro é revertido para a Liga. Minha filha Carla, minha nora Patricia e a querida Juliana Zorzanello, me acompanham e se envolvem. Mesmo convidando outra patronesse, mantenho minha mesa todos os anos e assim farei enquanto existir o chá. Contamos com que novas voluntárias se engajem na causa. Às jovens com empatia e vontade de ajudar ao próximo, peço que nos procurem!”   Chá da Solidariedade Rotary Club, Recreio Gramadense, 2011. Foto: Cibele Selbach   Chá da Solidariedade Rotary Club, Recreio Gramadense. Foto: Cibele Selbach   Chá da Solidariedade Rotary Club, Recreio Gramadense. Foto: Cibele Selbach   Chá da Solidariedade Rotary Club, Recreio Gramadense. Foto: Cibele Selbach   Chá da Solidariedade Rotary Club, Recreio Gramadense. Foto: Cibele Selbach     Chá da Solidariedade Rotary Club, Recreio Gramadense. Foto: Cibele Selbach    Chá da Solidariedade Rotary Club, Recreio Gramadense. Foto: Cibele Selbach   Chá da Solidariedade Rotary Club, Recreio Gramadense. Foto: Cibele Selbach   Chá da Solidariedade Rotary Club, Recreio Gramadense. Foto: Cibele Selbach          APOIO:      

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CHÁ DA SOLIDARIEDADE

Dona Wanda Werlang rotariana há 64 anos, agrega o espirito do Rotary voltado a ajudar as pessoas. “O Rotary de Gramado foi fundado aqui pelo Rotary de Taquara e sempre foi muito atuante e participativo. É importante divulgarmos o trabalho de uma ONG que só faz o bem em mais de 200 países do mundo. Isso mobiliza as pessoas, incentiva e mostra que se pode sempre fazer mais pelo próximo. Um milhão e trezentas mil pessoas se mobilizam a ajudar e atrair mais pessoas dispostas. Um gesto de amor não custa nada, doar seu tempo sua energia, pode fazer diferença a quem precisa”, completa.   Wanda Werlang e Ike Koetz, Relembrando na Recreio. Crédito: S.R.G.   Recreio Gramadense - Chá da Solidariedade 2017. Foto: Cibele Selbach    Além de projetos como Corpo de Bombeiros e a Capela Mortuária, inúmeras ações rotarianas ajudaram a desenvolver Gramado. “Influenciada pelas visitas que fazíamos aos clubes nas cidades do interior, tive a ideia de fazer o chá para integrar mais as pessoas aos projetos sociais. Minha grande amiga Irma Peccin ajudou-me a iniciar esta jornada. Sócia honorária do nosso clube ela sempre foi muito atuante. Apresentou-me para as senhoras da sociedade. Juntas, visitamos cada uma delas. Com muita educação, ligávamos para as pessoas, perguntávamos se podíamos ir até a casa delas e sempre fomos recebidas com um chá gostoso e com muito carinho. Na ocasião a gente falava sobre o tipo de ação que gostaríamos de fazer. Explicamos que seria um chá e cada uma enfeitaria sua mesa, traria os comes, sua louça e ficaria responsável por vender dez convites. O Rotary oferece o chá e serviço do evento. A renda, revertida para a Liga de Combate ao Câncer”, conta.   Recreio Gramadense - Chá da Solidariedade 2017. Foto: Cibele Selbach   Recreio Gramadense - Chá da Solidariedade 2018. Foto: Cibele Selbach   A primeira edição aconteceu em 2010. “Conseguimos que vinte e cinco senhoras participassem e foi um sucesso, garantindo a segunda edição! O engajamento foi mais fácil, pois cada patronesse nomeou uma amiga próxima para organizar o ano seguinte. Realizamos nove edições, todas com bastante sucesso. Ao longo do tempo surgiram muitas ideias bacanas que incrementaram o evento com atrações como desfiles de moda e conquista de patrocínios. Depoimentos de mulheres que tiveram câncer e venceram, oportunizaram para que muitas guerreiras mostrassem toda a sua força em mais uma tentativa de motivar a comunidade a se mobilizar para ajudar. Há pessoas extremamente carentes. Quem tem câncer precisa de muito amor e apoio, principalmente da família, o que nem sempre acontece e é fundamental para que se recuperem. A Liga se preocupa com isso, se dedica, com psicólogos, medicamentos, estadias, transporte. Eu sempre acompanhei a Irma nas reuniões da Liga e sou testemunha do excelente trabalho que fazem".   Recreio Gramadense - Chá da Solidariedade 2019. Foto: Cibele Selbach    "Nesta caminhada nos despedimos de algumas companheiras, em especial minha grande amiga Irma Peccin, que se envolvia em tudo. Algumas participam desde o primeiro evento como Iracema Pazetto, Liria Bertoluci, Miriam Birck e Neusa Silveira. Outras tantas mulheres maravilhosas e gabaritadas, contribuíram e ajudam até hoje a essa ideia se perpetuar. Felizmente a Eliana que é minha afilhada em Rotary, assumiu grande parte junto com outras meninas dispostas a manter e melhorar o brilho deste evento”, evidencia.   Wanda Werlang e Ima Peccin, Chá da Solidariedade 2011. Foto: Cibele Selbach   Patronesses e Convidadas, Chá da Solidariedade 2019. Foto: Cibele Selbach   Segundo a Dona Wanda, as patronesses recebem uma mesa com uma toalha branca, coberta até o chão. “Sugerimos que providenciem um trilho ou sobre toalha bonita, arranjo com flores, louças, talheres, bule e os quitutes para oferecer as convidadas. Normalmente a patronesse oferece um brinde. Atualmente são trinta e cinco mesas com onze lugares. A Liga sempre fez um trabalho muito efetivo e comovente aqui em Gramado. A sociedade sempre cooperou com a nobre causa da Liga Feminina de Combate ao Câncer. A ela devemos o sucesso do chá, que além de ajudar a entidade, promove o encontro de amigas em prol do benefício social. É uma tarde de muita alegria, com muita conversa boa e moda. É um trabalho voluntário muito agradável”, diz.   Rotarianos, Chá da Solidariedade, 2019. Foto: Cibele Selbach   Arrecadação atual conta com doações de empresas de Gramado que se solidarizam. O chá sempre foi realizado em uma quinta feira no mês de agosto, adaptado ao calendário do clube, que na maioria das vezes cedeu o espaço. “Tem muita gente boa nesse mundo! O clube conta com uma equipe muito entusiasmada e isso é muito confortante para nos motivar a continuar. Quando eu imaginei o chá evidenciando o Rotary na comunidade com o propósito de ajudar pessoas, senti que desde o primeiro evento temos conseguido com muito prazer e amizade, conquistar esse objetivo”, conclui. Tentando amenizar um pouco a saudade deste encontro organizado com tanta delicadeza e afeto, seguiremos com depoimentos e imagens durante as próximas semanas.   Chá da Solidariedade Rotary Club, Recreio Gramadense. Foto: Cibele Selbach    Chá da Solidariedade Rotary Club, Recreio Gramadense. Foto: Cibele Selbach   Chá da Solidariedade Rotary Club de Gramado. Foto: Cibele Selbach   Chá da Solidariedade Rotary Club, Recreio Gramadense. Foto: Cibele Selbach   Chá da Solidariedade Rotary Club, Recreio Gramadense. Foto: Cibele Selbach   Chá da Solidariedade Rotary Club, Recreio Gramadense. Foto: Cibele Selbach      APOIO:      

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REZA A LENDA

Sérgio Olídio Dutra, o “Miminho”, nos últimos dois anos esteve conosco no evento REVIVAL, balançando as estruturas da sociedade e colocando muita gente para dançar no embalo das músicas dos anos 70, 80 e 90. “A Recreio é uma referência de Gramado. Desde antigamente quem veraneava ou morava aqui sempre passava pela Recreio. O REVIVAL é uma festa já consagrada dos anos 80, que traz muito do público que frequentou a Recreio e que curtiu bons momentos aqui. Muitas pessoas da região também já marcam para vir aqui”, diz.   Miminho sonorizando no REVIVAL na Recreio, 2019. Foto Gustavo Merolli   Olídio Dutra no Stubaker Champion em frente à construção da nova Recreio, 1956. Acervo pessoal     Elli Arend Dutra e equipe do Economato Recreio Gramadense. Acervo pessoal   Do final dos anos 50 até 1962, seus pais, a senhora Elli Arend Dutra e o senhor Olídio Dutra trabalhavam como ecônomos e moravam no clube. “Reza a lenda que provavelmente eu tenha nascido na Recreio. A minha avó, parteira fez o meu parto. O hospital era muito próximo, mas acredita-se que eu tenha nascido aqui e depois tenha sido levado para lá. A mãe e o pai se dedicaram ao clube por muitos anos. Faziam dos doces, os salgados e os banquetes para os jantares em casamentos”.   Churrasco Bolonistas final da década de 50. Acervo pessoal   Churrasco Bolonistas final da década de 50, antigo restaurante da Recreio. Acervo pessoal   Churrasco festivo final da década de 50, salão principal Recreio. Acervo pessoal     Miminho conta que foi na Recreio que veio pela primeira vez em uma Boate. “O Sérigo Vetorazzi sonorizava. Lembro que o Caio Tomazelli, também tocou um período. Comecei a curtir, com quinze anos. Algum tempo depois a Boate se tornou uma Danceteria. Foi quando toquei aqui. Comecei no Tênis Clube, com dezesseis anos aos sábados e tocava aqui nas sextas. Tenho boas lembranças do tempo em que curtíamos os eventos do Festival de Cinema, noite de Queijos & Vinhos. Assisti na Recreio shows como Engenheiros do Hawai, De Fala, Nenhum de Nós, Alceu Valença”, recorda-se.   Carnaval Recreio, década de 60. Acervo pessoal     Sobre o nosso famoso Carnaval, confirma: “muito aguardado, famosíssimo, muito esperado. Participei do Diz meu Cafezinho. E a grande apresentação acontecia na noite da Recreio. Muitos blocos de fora também se apresentavam aqui. De Campo Bom, Novo Hamburgo, Dois Irmãos. O baile demorava para tomar forma de novo, até que todos se apresentassem, de tanta gente que participava. Convivi muito com o pessoal do Quis um Gole, as festas eram meio juntas e bem animadas”!   Integração dos grupos de bolão Gramado e Canela, década de 70. Acervo pessoal   Outro registro que marcou época na Recreio, foram os escrutínios políticos. “Participei como curioso e lembro-me do salão muito cheio e tumultuado. Acompanhei de perto. Lembro-me do ambiente de grande expectativa quando faziam as contagens de votos. Ao redor desse prédio podíamos encontrar pessoas da cidade inteira, ansiosas pelo resultado das eleições”.   Casal Elli e Olidio Dutra recebendo as filhas debutantes Rosangela e Evelin Dutra. Acervo pessoal   Ana Henzel, Eliete Moschen, Rosangela Dutra, Ivete Sorgetz, Luiza Cardoso, 1970. Acervo pessoal   Casal presidente Euzébio e Julieta Balzaretti com as debutantes, 1970. Acervo pessoal   Uma época importante lembrada pelo Miminho foi o Karatê na Recreio. “Wado Kai, Mestre Ironori Otsuká, Professor Sadi, que aconteceu por muito tempo. Participávamos, eu, Muskito, Caetano, Celso Moreira Borges, Danglar Libardi, Luiz Carlos Engler, Paulo Zinke e outros amigos. Uma turma bem bacana! A Recreio é o clube da gente. Esse lugar onde o pai e a mãe viveram alguns anos. A cidade cresceu, desenvolveu-se e a Recreio continua muito bem lembrada e muito bem representada”, conclui.   Helmuth e Semida Sorgetz, Olídio e Elli Dutra, meados de1970. Acervo pessoal    O senhor Olidio Dutra faria 94 anos no dia 18 de julho e seu filho Miminho comemorou 60 no último dia 13. Fica aqui nossa homenagem a Família Dutra, que proporcionou tantos momentos de alegria para a sociedade gramadense. A seguir algumas imagens da família que ilustram o perído em que viveram aqui.   Carnaval Infantil na Recreio, década de 60. Acervo pessoal   Rosângela Dutra, Hortência e Ervino Schmitt, Daniel Benetti, Cibila Benetti, Heidi Arend e Dona Mística. Acervo pessoal   Nilvo Arend, Rosangela Dutra e Loni Arend. Acervo pessoal   João Carlos de Oliveira, Elli Arend Dutra, década de 50. Acervo pessoal      APOIO:    

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FAMÍLIA GRAMADENSE

Em 1965, Jorge Magnus chegou em Gramado para administrar a farmácia do senhor Benno Ruschel. “Ele apresentou-me o clube. Na época o presidente era o senhor Maury Pasqual, grande amigo da juventude, tinha uma postura especial de proteção aos jovens. Lembro-me dele na porta, cumprimentando, recebendo a gente na chegada das festas. Na saída, sempre despedia-se com um abraço. Domingos a tarde na sacada da Recreio os jovens encontravam-se para ouvir músicas em toca fitas de caixinha, tomar refri e às vezes Cuba. O clube primava pela disciplina e comportamento e a diretoria cuidava para que não houvesse baderna. Caso alguém passasse dos limites, levava advertência e até suspensões”.    Aniversário de 15 Anos Maria Delourdes Sbabo. Acervo pessoal   Marli Drecksler, Fátima Cardoso, Maria Delourdes, Margaret Dal Ri. Acervo pessoal   Conheceu sua esposa Maria Delourdes, filha do associado senhor Miguel Sbabo. Ela comemorou 15 anos e debutou na Recreio também. Administrou o Departamento de Promoções no intuito de movimentar o clube.  “Fundamos o bloco de carnaval Crentes da Folia. Era um bloco exuberante! Representamos a Sociedade Recreio Gramadense com uma linda apresentação no clube XV de Novembro, em Campo Bom, o top da sociedade carnavalesca naquela época. Mas o baile de carnaval mais frequentado da Serra Gaúcha era na Recreio. Os blocos ganhavam um final de semana para cada um administrar as bilheterias da boate e angariar fundos, produzir fantasias e investir nos blocos para dar mais brilho ao carnaval”.   Miguel Sbabo e Maria Delourdes Sbabo, Baile de Debutantes, 1965. Acervo pessoal   Baile de Debutantes, 1965. Acervo pessoal   Na fria manhã de 18 de agosto de 1968, foi fundado o Orbis Clube de Gramado. “Por solicitação do amigo gramadense Luiz Prezzi do Orbis de Sapiranga, Clarindo convidou a mim e alguns amigos para uma reunião na Recreio. Quando chegamos, estavam o prefeito, senhor Bepe Perine, presidente Rugart Volk, entre outras autoridades. No seio da sociedade Gramadense, surgiu o Orbis Clube de Gramado que presta serviço social, amparo aos carentes e estímulo da família contribuindo com o poder público às atividades voltadas para comunidade até hoje” registra.   Casamento Jorge e Ludi, 1969. Acervo pessoal   Recém casados Jorge e Ludi na escadaria da Recreio, 1969. Acervo pessoal   Casamento Jorge e Ludi, 1969. Acervo pessoal   Jorge e Ludi casaram-se em 12 de julho de 1969. “Na época eu trabalhava na Ortopé com Horst, Rugart e Tino Volk. Convidamos mais de 200 pessoas. A comunicação não era tão simples, mas pedi que avisassem um grande amigo que recentemente estava morando nos Estados Unidos. Lembrar da presença do Dinda que veio especialmente de Nova Iorque e nossa eterna amiga Cleusa que sempre esteve conosco, emociona. Fizemos uma festa linda! No mesmo ano, fomos convidados por seu Adail e Dona Zari, Raul e Presilla para participarmos do Bloco dos Velhinhos e nos divertimos juntos por 25 anos”,  conta.   Tradicional foto de casamento na entrada da Recreio, 1969. Acervo pessoal   Mister Suéter, relembra as modas ditadas pelas malharias que se esmeravam para se destacar na vitrine do Baile do Suéter. “Foi uma grande preparação! Marlene, minha cunhada produziu o meu modelo com a supervisão da minha sogra a dona Hortênsia Sbabo e eu fui o campeão! Aqui tivemos a oportunidade de assistir a shows do Agnaldo Rayol e Angela Maria. Momentos espetaculares! Mas, na minha opinião o baile de Debutantes foi o grande charme da Recreio. Uma festa maravilhosa, com muito respeito e carinho. Minha filha Morgana debutou aqui”.   Alexandre, Morgana, Ludi e Jorge Magnus, Baile de Debutantes, 1985. Acervo pessoal  Casal unido em solidariedade. Foto: Divulgação Orbis Clube de Gramado   Jorge Magnus atuou na administração da cidade passando pela Câmara, diretoria de parques, praças e esportes e continua contribuindo com a comunidade. “Acompanho o desenvolvimento de Gramado há muitos anos. O progresso acarretou em algumas mudanças, mas acolhimento e receptividade do nosso povo se mantiveram. A Sociedade Recreio Gramadense tem esta mesma marca registrada”.        APOIO:        

ATUALIZANDO

REVISTA DA RECREIO

Estamos finalizando o primeiro semestre de 2020 e o ano que era para ser incrível repentinamente nos surpreendeu.   Festival da Música   Lições para nossas famílias, nossos negócios, nossa sociedade em geral. Tudo aquilo que fora planejado precisou ser repensado ou adiado.   Casamento Gabriel Swaizer e Daiana Wingert Tissot   A velocidade a qual estavamos acostumados foi forçadamente freada. Fomos obrigados a nos enxergar. E agora, amigo leitor? Como será o final desta jornada?    Casamento Paula Ferreira e Diego Cavalli   Esta publicação que fazemos a cada aniversário do Clube atrasou alguns meses, mas vai servir pra relembrarmos os bons momentos que vivemos em 2019.   Chá da Solidariedade   Foram festas, comemorações e muitos sorrisos. Os momentos de felicidade devem ser eternizados e aqui fica o registro do que passou, do espirito que queremos ainda para 2020.   Aniversário 15 anos Sofia Viezzer Bérgamo   O ano ainda não acabou, temos o segundo semestre de superação para encarar. Da Recreio você pode esperar por muitas novidades. Estamos finalizando grandes obras fisicas e digitais que serão um marco em nossa história. Fique por dentro do que aconteceu e nos acompanhe semanalmente nas nossas redes sociais. Forte abraço e boa leitura.   Ike Koetz Presidência Recreio GramadenseGestão 2018 a 2020  

RELEMBRANDO

PAI E FILHA

A nossa Conselheira Vania Regina Oliveira, em 1967, ganhou o concurso de carnaval vestida de baiana. “Sensação incrível ser o destaque infantil. As fantasias eram muito elaboradas e esse momento gerava grande expectativa” relembra. “A Recreio bate com a história do município. É o início de tudo. A cidade começou com a igreja, a praça e o clube. O título da Recreio era muito desejado. Quem chegava para morar aqui fazia questão de se apresentar como sócio”.   Premiação Concurso de Fantasias Carnaval Infantil Recreio Gramadense, 1967. Foto Acervo Pessoal   “Minha irmã tocou no clube de gaita, mas as minhas maiores lembranças são a partir do ano em que o meu pai foi presidente”, conta. O senhor Elli Soares de Oliveira, foi um dos fundadores do bloco dos Velhinhos e sua gestão foi de 1975 a 1977. “Meu pai se engajou na sociedade através da Recreio. Ele se sentia muito bem aqui dentro. Contribuiu com a visão de um clube social, para a união de uma população. Na Recreio sempre houve neutralidade, um clube apolítico de verdade. Todo mundo falava a mesma língua independente das desavenças partidárias, exceto quando a justiça eleitoral acontecia aqui dentro, nos escrutínios”. Sr. Elli foi político, presidente da Arena e fiscal por muitos anos. “Sabia-se quem votava em cada urna e na medida em que a apuração evoluía do meio pra diante, já se tinha nítida noção do resultado. Tem uma cena que eu lembro quando ele fez uma aposta e ganhou uma boa grana! O resultado alcançou uma diferença de 3 mil e poucos votos”, recorda.  Conta que seu pai gostava de jogar cartas, uma distração aos sábados e domingos. “No andar superior havia sala de jogos e éramos proibidas de entrar. Jogavam valendo dinheiro”. O jogo já era proibido naquela época, como nos dias de hoje, também nos cassinos.  Lembra-se que a Dona Áurea, sua mãe adorava os ensaios de carnaval no ambiente do bolão, mas não gostava dos eventos sociais, nem políticos. “Na ocasião em que o meu pai era presidente ela foi obrigada a vir no Baile de Debutantes e me trouxeram junto. Eu era criança e não podia participar. Mas, havia uma janelinha na parte de cima onde montavam uma área para as debutantes surgirem. Por ali fiquei espiando o baile todo”.    Com amigos no Carnaval da Sociedade Recreio Gramadense. Foto Acervo Pessoal   Aos quatorze anos frequentava os bailes de Carnaval. “Era o melhor carnaval e o único que meu pai permitia! Lembro do Bloco dos Monarcas. Lindíssimo! Não esqueço as costureiras produzindo as fantasias na garagem da casa da dona Hermida.  Figurinos de muito bom gosto, nível de carnaval do Rio de Janeiro. Brilho fantástico, descomunal, com detalhes e acabamento impecáveis”.     Debutantes Sociedade Recreio Gramadense, 1978. Foto Acervo Pessoal    Áurea e Elli Oliveira com a filha Vania, debutante na Sociedade Recreio Gramadense, 1978. Foto Acervo Pessoal    Debutante em 1978, lembra que “Sílvia Zorzanello e Dudi Ribeiro, referências em termos de comportamento social ministraram o nosso curso. Tania Carvalho, amiga delas, palestrou sobre etiqueta social. A Silvia foi o estereótipo de mulher bonita, talentosa, bem sucedida, bem vestida, educada, sociável e muito boa pessoa”, comenta.       Conselheira Vania Regina Oliveira, Projeto Relembrando Recreio Gramadense, 2019. Foto S.R.G   Vania é atuante na diretoria da Recreio desde 1989 e assim como seu pai, contribui com a missão do clube de unir as pessoas. Acompanhou o Projeto Recreio 2000, desde os estudos para a fusão da Recreio ao Tênis, o planejamento e a decisão corajosa de desmontar o clube para construir um novo. “Criamos a comissão da obra. Até 2001 quando reinauguramos foram anos difíceis. Havia o descrédito de que não seria possível concluir a obra nova. Eu acredito que se não tivesse sido realizada essa reforma, hoje não existiria o clube aqui. A condição sustentável veio através dos aluguéis de espaços. Com o passar dos anos, alcançamos um grande número de sócios remidos e poucos pagantes. É muito gratificante ter feito parte desta conquista, com tanta gente que trabalhou duro para que acontecesse. Foi uma grande iniciativa. O pai ajudou o Coletto na parte financeira e vistoriava a obra. O mais importante foi cumprir o acordo que fizemos em desmontar o clube e refazê-lo, enfrentando inúmeros desafios e imprevistos que colocavam em dúvida, por muitas vezes, se teríamos sucesso nessa empreitada. Conseguimos unir a cidade em uma mesma vontade”.        APOIO:      

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A CASA MÃE DE GRAMADO

Entre 1977 e 1979, o senhor Eddi Oaigen assumiu a presidência da Sociedade Recreio Gramadense. Naquela época, Nelson Dinnebier era prefeito e o Festival de Cinema na sua 4ª edição, um destaque nacional. Ao lado da Dona Beracy, o casal Rotariano ativo por muitos anos, expressa um imenso carinho por Gramado e pela Recreio.   Eddi e Beracy Oaigen, 90 anos Sociedade Recreio Gramadense. Foto Acervo Pessoal   “Eu sou Cachoeirense e me apaixonei por Gramado desde o primeiro dia em que estive aqui. Chegamos aqui, setenta anos atrás, recém-casados! Éramos nós dois e hoje somos mais de vinte”, diz o senhor Eddi contando que todos os seus filhos e netos nasceram em Gramado. Dona Beracy voltando ao ano de 1949 relembra: “trabalhávamos juntos em Cachoeira. Os dois no mesmo ofício: tipógrafos. Fomos contratados pelo Professor Hahn, que era proprietário da tipografia e da imprensa de Gramado. O Eddi veio uma semana antes, Gramado era uma coisinha de nada, o 5º Distrito de Taquara e hoje é orgulho da gente! No início foi um pouco difícil, mas muito bom! Fomos bem recebidos e fizemos muitas amizades. O convívio na Recreio foi maravilhoso: o ponto de encontro de reuniões sadias”!   Eddi com a filha Sonia Oaigen, Iraci Casagrande. 95 anos Sociedade Recreio Gramadense. Foto Acervo Pessoal   A família Oaigen sempre participou ativamente da sociedade, com muita dedicação aos eventos no clube. E eles contam, que projetaram seus filhos na Recreio pois o clube sempre recebeu seu povo com atenção. “As noites de terças feiras no bolão eram sagradas. O seio da família Gramadense. A união de diversos grupos de amigos. Nesses encontros trocavam-se ideias e fortaleciam valores. Admiro muito Gramado pela maneira que cresceu, pelo seu povo que sempre amou esta cidade”. Sr. Eddi, se refere a Recreio como A CASA MÃE DE GRAMADO. “As pessoas cresceram nesse lugar que é nosso esteio. Foi onde se formou nossa sociedade, onde se educou boa parte da mocidade, com tantos princípios. É acolhedora, como nosso povo, sintonizado com o turismo”.   Adail Castilhos, Beracy Oaigen, Inês Masotti e Eddi Oaigen. Velhinhos Transviados, 1970. Foto Acervo Pessoal   Beracy Oaigen, Hugo Daros, Eddi Oaigen, Lauri e Alex Lages, 1974. Foto Acervo Pessoal   Eddi Oaigen foi gerente da Caixa Econômica Estadual e presidente da 7ª Festa das Hortênsias. “É uma história que Gramado se orgulha, pois dessa flor brotou tudo o que há hoje. O alemão Oscar Knorr foi o grande cultivador das hortênsias que existem até hoje lá no alto do Parque Knorr. Era alegre, educado, sempre de bem com a vida. O pessoal brincava que ele era um alemão diferente. Um amigo muito guerreiro que lutava pela comunidade”.   Paulo Roberto Oaigen, Eddi Oaigen e Caio Tomazelli, 1977. Foto Acervo Pessoal   Segundo Dona Beracy, “assim que anunciada a data de algum baile, as mulheres se reuniam para colaborar de qualquer maneira, na ornamentação. E em tudo a gente sempre tinha uma participação. O ponto chave dos bailes eram alegria e felicidade nos encontros. No Baile da Pelúcia, usávamos longo e o salão ficava com um colorido muito bonito, com vestidos estampados e outros lisos. Nas festas a gente conversava muito, mas muitas vezes ficávamos para trás e os homens tomavam conta do assunto. As orquestras que vinham de fora eram maravilhosas e o conjunto do Almiro Drechsler um sucesso. Mas tudo muda, e hoje os nossos filhos aproveitam”. Sobre baile de debutantes ela diz: “Todas as minhas filhas debutaram aqui. Inclusive trouxemos duas sobrinhas de fora para participarem. A gente fazia muita propaganda de Gramado e o pessoal que vinha de Cachoeira se encantava com a natureza da cidade”. Diretoria em 1977: Caio Tomazelli, Ivo Sippel, Luia Barbacovi, Eddi Oaigen, Clarindo Tissot, Carmo Henzel, Lauri Arnold. Foto Acervo Pessoal   Na gestão de Eddi Oaigen a Recreio recebeu grandes festas do Festival de Cinema, bailes da Fearte e foi nesta época a inauguração do famoso Bar da Sacada. “Gramado invadiu nossos corações de uma maneira que quando chegamos aqui não imaginamos sair mais. Eu sempre fiz amizades com facilidade e graças a Deus, acho que nunca decepcionei ninguém! Assim a gente vive a vida. Às vezes é um pouco dura, mas só não é maravilhosa para quem não quer. Tudo depende de cada um. Um automóvel anda na velocidade alta, baixa ou média, depende do motorista. Nós dirigimos a nossa vida, que é boa e muito bela”.      APOIO:          

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A VIDA É UM CICLO

Neta, filha, mãe e avó. Maria Helena Ruschel Michaelsen, ilustra a vida de uma família intensa no clube, referência para gerações que viveram momentos de alegria na Recreio.   “No início em 1915, o meu avô foi o um dos entusiasmados, o primeiro presidente. Juntamente com minha avó que veio de São Leopoldo recebiam os associados, ensinando hábitos de etiqueta. Participei desde pequena, minha família trouxe esta tradição. Eu acredito realmente que todos os grandes eventos da minha vida foram aqui neste lugar que sempre nos acolheu bem”. A vida social iniciou com os bailes infantis de carnaval. “Minha mãe fazia minhas fantasias e eu participava dos concursos”, conta. Recorda-se com muito carinho da apresentação individual no palco com a professora Helena Jungblud na formatura de acordeon da Academia Musical Verdi.    Volta ao Mundo em 60 minutos, Sociedade Recreio Gramadense. Foto Acervo Pessoal   Aos 11 anos, formatura de Acordeon da Academia Musical Verdi. Foto Acervo Pessoal   Brotos do Enfesa, 1965. Foto Acervo Pessoal   Seguindo as lembranças de menina conta sobre a expectativa para encontrar amigos no segundo andar do clube. “Dançávamos ao som de disco de vinil, músicas italianas como Pepino di Capri, Sérgio Endrigo. Aniversários de quinze anos de amigas minhas também foram feitos aqui. Uma festa linda que especialmente me marcou foi a da Sonia Oaigen. Meu atual marido me tirou para dançar e eu comecei a me interessar por ele. Naquela noite ele encostou o rosto dele no meu. Um gesto muito celebrado pois não era muito normal, apenas nos casos em que havia algum encontro de almas... neste nível”. Anos depois o casal recebeu aqui seus amigos e família na festa de casamento.    Casamento Maria Helena e Romeu Michaelsen. Foto Acervo Pessoal   A sua apresentação no clube, para a sociedade, aconteceu no Baile de Debutantes em 1971. "A partir daí comecei a frequentar eventos à noite. Passei a vir em todos os bailes... talvez o que mais nostalgia me traz! Bailes lindos onde eram contratadas grandes orquestras. Dançávamos ao som de Norberto Baldoff, Cassino de Santa Cruz”. Ocasião especial para as meninas devido ao preparo em salões de beleza e programação de penteados e vestidos, além da escolha antecipada da mesa para participar do baile. “Procurávamos situar no mapa para sentar próximas aos amigos, mas, sempre acompanhadas pela família”, diz.     Baile de Debutantes Sociedade Recreio Gramadense, 1965. Foto Acervo Pessoal   A família foi destaque em alguns bailes como no Baile do Suéter quando Branca foi escolhida Rainha. “Lembro-me quando a minha irmã Isa, foi eleita Rainha da Sociedade Recreio Gramadense”.  Oportunamente em um dos aniversários do clube, homenagearam todas as Rainhas e com um bolo muito grande. “O salão ficou escurecido e todas as rainhas que tinham sido do clube adentraram empurrando o bolo com muitas velas. Uma delas que também participou desta ocasião, foi a minha tia Iria Schlieper, que tinha sido a primeira Rainha do Clube. Filha do Leopoldo Lied, meu avô. Foi muito emocionante”, relembra.   Miss Suéter Maria Helena Ruschel Michaelsen, 1969. Foto Acervo Pessoal   Outros bailes que impactaram esta geração foram os Bailes de Carnaval de Salão, com grandes blocos e muita rivalidade nos concursos. O lado positivo foi que cada um procurava dar o melhor de si. Fantasias muito bem elaboradas, inclusive com coreografias. Eleita a Rainha do Carnaval, recorda-se do ano que desfilou com Crentes da Folia fantasiados de gregos. “Havia uma alegoria com uma liteira, uma espécie de carruagem, onde eram levadas as rainhas conduzidas por quatro escravos. Conduziram-me até o centro do salão que estava escurecido e então acenderam todas as luzes e quando desci, começou a batucada. Um verdadeiro teatro. Blocos de cidades próximas eram muito esperados, pois vinham meninos de outras cidades pular carnaval em Gramado. Inclusive algumas meninas de Gramado chegaram até a casar, com esses componentes de blocos de outros lugares. Lembro da mãe, quando ia nos buscar, na saída do clube, sempre com casacos de inverno, por que era muito frio, temperaturas baixas mesmo”, conta.   Rainha do Carnaval. Foto Acervo Pessoal   Crentes da Folia. Foto Acervo Pessoal   Crentes da Folia. Foto Acervo Pessoal   No Baile das Hortênsias, em 1971 Maria Helena foi coroada a princesa das hortênsias. “Houve show com Benito de Paula. Artistas de nível nacional participaram do baile. Glamour maravilhoso, com rainhas de todo o estado, misses, rainhas de piscinas, outras beldades e artistas convidados. As decorações do salão, uma atração à parte em que a comunidade toda se envolvia. Às festas de Reveillon também de muito requinte com orquestras maravilhosas e esmero em vir bem vestido”.   Princesa das Hortênsias, Maria Helena Ruschel Michaelsen, 1971. Foto Acervo Pessoal   A lembrança do baile dos anos 60 com todos caracterizados com roupas da época, “amigos que não se viam há muitos anos, vieram a Gramado para esse evento. Nesse baile a rainha foi eleita como era antigamente, por compra de votos. Minha amiga Mafalda, teve o maior número de votos. A Sílvia querida, minha amiga do coração e eu, fomos escolhidas também representantes desse baile maravilhoso onde reencontramos muitos amigos de época”. O baile de debutantes com a Gabriela sua filha, foi outro momento muito especial. "Pude acompanhar e traze-la para participar da sociedade de Gramado, onde fez amigas que convive até hoje. Depois disso minha filha também participou de inúmeros eventos sociais aqui, inclusive sua festa de casamento. A vida é realmente um ciclo. Continuo a frequentar o clube da mesma maneira como iniciei no carnaval infantil, mas agora eu trago a minha neta para participar”.        APOIO:        

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SUMMIT TALKS

Com muito carinho, no último dia 28 de maio a Recreio sediou a nova edição do evento SUMMIT TALKS. A experiência adaptou o encontro para o ambiente virtual e foi realmente um grande sucesso.   SUMMIT TALKS são eventos itinerantes, uma extensão da Gramado Summit. Em versões reduzidas, propõe o debate empreendedor para diversas cidades do Brasil, adaptado conforme a realidade econômica de cada município. As versões pockets da Gramado Summit, maior evento de inovação do país, já contou com painelistas como Bruno Tusset (Saipos), Andressa Gallas (Dobra), Edson Mackeenzy (Mentor), Carolina Freitas (Rocket.Chat), Frederico Renner (An Lab), Danillo Sciumbata (OCA), Ana Paula Thesing (BIMachine), Rafael Martins (Share), Greta Paz (Eyxo), Rafael Terra (Fabulosa Ideia) entre outros.  Temas como “Crescimento de Negócios na Era Digital”, “Hubs de Inovação” e “Conteúdo com propósito: por que apostar em redes sociais”, entraram em discussão.    Em decorrência do isolamento social preventivo ao Coronavírus, a empresa optou por adaptar o produto e realizar um encontro digital e gratuito.     O primeiro Talks virtual foi transmitido nas contas do Facebook e do Youtube, de maneira gratuita. O assunto que norteou o encontro foi estratégia de crise e como o posicionamento das marcas influencia o mercado. Participaram do debate o CEO da Warren, Tito Gusmão; o CEO da Dobra, Guilherme Massena; e o CEO da Gramado Summit, Marcus Rossi. O Talks foi patrocinado pelo Instituto Hélice.   Dentro do tema, os painelistas falaram sobre tomada de medidas emergenciais, sobre o modelo home office pós-crise, sobre a importância do comportamento do cliente para a tomada de decisões, sobre como o posicionamento de uma empresa pode alcançar novos públicos ou afastar clientes, medir o sucesso das estratégias e sobre a projeção de crescimento em tempos de crise. Mais uma vez, a geração de jovens liderada por meu amigo Marcus Rossi INOVOU! No mês de Junho teremos mais novidades aqui na Recreio nessa mesma formatação. Fica ligado que logo, logo voltaremos a falar. Ike KoetzPresidência Recreio GramadenseGestão 2018 a 2020